Onde o tempo pára

Côja

Exis­tem sítios onde o tem­po pára, onde não há grandes pres­sas para chegar onde quer que seja, onde o ar tem cheiro difer­ente, a flo­res, onde não há trân­si­to automóv­el, ou quase, onde o tráfego aéreo é todo a baixa alti­tude e os “aviões” têm todos penas, onde os ruí­dos pro­duzi­dos pelo Homem são abafa­dos pelo ruí­do da Natureza.

O ar tem cheiro difer­ente do da cidade, cheira a fres­cu­ra, ter­ra, flo­res, em con­traste com o ar da cidade, que cheira a escape de automóveis, cimen­to, alca­trão…

Vista geral de Côja
Vista ger­al de Côja

Esta vila é atrav­es­sa­da pelo Rio Alva (aflu­ente do Mon­dego) e pela Ribeira da Mata, que nasce na Fra­ga da Pena.

Cascata da Fraga da Pena
Cas­ca­ta da Fra­ga da Pena

Está per­to de aldeias tão pitorescas como o Piódão e Foz d’Égua e de pais­agens nat­u­rais deslum­brantes, como a Fra­ga da Pena.

Esse sítio é Côja, uma vila quase mile­nar no cen­tro de Por­tu­gal.

 

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