Novo desafio profissional: o pânico

Há uns dias ini­ciei um novo desafio profis­sion­al. É sem­pre um pouco assus­ta­dor.

Surge sem­pre na nos­sa mente uma panó­plia de questões, receios, expec­ta­ti­vas… É inevitáv­el!

Será que os novos cole­gas vão gostar de mim?
Será que vou gostar dos meus novos cole­gas?
Como será o ambi­ente de tra­bal­ho? Muito for­mal? Pouco for­mal?
E o tra­bal­ho em si? Será muito? Assim assim? Muito?
E o per­cur­so para o tra­bal­ho? Fácil? Difí­cil?

São tan­tas as per­gun­tas que assus­ta…

É ver­dade que já se pas­saram alguns dias… Só depois de umas sem­ana escre­vo estas par­cas lin­has, e já é pos­sív­el respon­der a algu­mas questões.

Em relação ao ambi­ente de tra­bal­ho já con­segui ter algu­ma ideia. Não é muito difer­ente do que já estou habit­u­a­do.

Out­ra questão que se põe, prin­ci­pal­mente no meu tra­bal­ho, é a questão de aces­sos (aos servi­dores, às apli­cações que deve­mos gerir, etc.). No meu caso, “ape­nas” demor­aram três sem­anas!!! Sem eles não é pos­sív­el tra­bal­har e os dias demor­am muito a pas­sar, sem poder realizar tra­bal­ho útil.

Neste momen­to, creio que já estou 99,9% inte­gra­do. Já desen­vol­vo tra­bal­ho útil e já entrei na roti­na do novo emprego.

Afi­nal, não é assim tão assus­ta­dor, quan­do acred­i­ta­mos nas nos­sas próprias capaci­dades.

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